segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

CANTORA EVANGÉLICA CANTA MÚSICA SOBRE MARIA


Que maravilha, uma grande bênção. A cantora evangélica Fernanda Brum lança música que fala de Maria. Estamos entrando em um novo tempo. Nossa Senhora com sua doçura e silêncio vem avançando como aurora, temível como exército em ordem de batalha... e passando a frente de todos os que renecam seu amor maternal, que na verdade é logo inconcebível. Eu ouvi a música, é lindíssima. Segue o vídeo, ouçam vale a pena.


 A cantora evangélica Fernanda Brum deu mais um passo para a unidade entre os cristãos, surpreendendo a muitos, católicos e evangélicos, deixando de lado uma desnecessária fobia, pregada ainda por alguns.

 Padre Joãozinho SCJ, sacerdote e ministro de música cuja opinião tem um grande peso no meio, afirma que apesar de surpreendente para alguns, não existe polêmica em torno do tema, pois Maria faz parte do evangelho. "Algo de novo está acontecendo. Acabo de ouvir, com satisfação, a canção gravada pela evangélica Fernanda Brum: Maria. Faz tempo que a grande maioria dos evangélicos mantém um estranho pudor para falar sobre Maria. É estranho porque sendo 'evangélicos' deveriam cantar todo o Evangelho. É o que acontece nesta bela interpretação de Fernanda Brum que canta o primeiro capítulo do evangelho de Lucas. A mãe sorri e o Filho agradece."


Confira a letra:

Maria

Fernanda Brum

Era uma mulher sensível | A Deus a serva submissa
Viveu ao Senhor sempre rendida | Bendita entre as mulheres
Exemplo será pra sempre | Bendito é o fruto do seu ventre
Alcançou graça no Senhor | Ela disse em seu coração
Engrandece alma minha | A meu Deus e meu Salvador
Pois sua graça e misericórdia | São de geração | Em geração
O anjo de Deus lhe disse |Não temas és escolhida
E a ti um favor foi concedido | Teu filho será investido
De glória e poder divino | Virá salvação desse menino

Fonte: Geração PHN

domingo, 6 de fevereiro de 2011

PORQUE CONFESSAR-SE?

  Amados leitores, iremos refletir sobre a confissão, que nós católicos precisamos, mas muitos infelizmente ainda ignoram essa graça. Que o Senhor nos abra o coração para o entendimento de sua vontade.


Confissão é o meio certo de eu receber o perdão de meus pecados. Foi Jesus quem deu aos padres o poder de perdoar os nossos pecados. Jesus falou: - 'A quem vocês perdoarem os pecados, os pecados serão perdoados'. Isso está no Evangelho de São João, capítulo 20, versículo 19 ao 23.

PECADO ESQUECIDO na confissão fica perdoado se eu fiz bem o exame de consciência. PECADO ESCONDIDO na confissão não fica perdoado e eu não posso comungar e tenho de fazer outra confissão.


Está errado pôr comida limpa em prato sujo. Está errado receber a Jesus num coração sujo de pecado grande. Primeiro a gente lava o prato e depois põe a comida. Primeiro eu tenho de lavar minha alma com uma confissão bem feita e depois ir receber a Jesus na Hóstia. São Paulo, na sua 1a. carta aos Coríntios, cap.11,23-29, nos lembra disto.

 

 Cristo, na noite da Páscoa, disse: "Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem perdoardes os pecados, serão perdoados; àqueles aos quais os retiverdes, serão retidos" (Jo 20,22s). Assim, o sacerdote para dar o perdão a penitente precisa saber da sua disposição para deixar o pecado.

A praxe de confessar os pecados ao sacerdote já estava em vigor no Antigo Testemento. "... confessará o pecado cometido, levará ao Senhor como sacrifício de reparação pelo pecado cometido uma fêmea de gado miúdo... em sacrifício pelo pecado, e o sacerdote fará por ele o rito de expiação" (Lv 5,5s)

Deus quis e quer distribuir a graça aos homens mediante ministros e sinais sensíveis, pois somos por natureza social dependentes de coisas visíveis; a via normal para a nossa santificação é a via dos Sacramentos.


A confissão, porém, além de purificar a alma de suas máculas, dá-lhe também força para não recairA virtude da penitência faz que a falta cometida seja destruída e também que não volte mais.



DO EXAME, DA DOR OU CONTRIÇÃO E DO BOM PROPÓSITO- Sabe-se que, para fazer uma boa confissão, três coisas se requerem: O exame de consciência, a dor de ter pecado, e o propósito de se corrigir.

1. Quanto ao exame, aos que freqüentam os sacramentos, não é necessário que quebrem a cabeça em indagar todos os pormenores das faltas veniais. É preferível que se apliquem mais a descobrir as causas e raízes de seus apegos e de suas negligências.Digo isto para as religiosas que vão se confessar, com a cabeça cheia de coisas ouvidas na grade, e não fazem outra coisa que repetir, de cada vez, a recitação das mesmas faltas, como uma cantilena, sem arrependimento e sem propósito de emenda.


2. É necessária, em segundo lugar, a dor ou contrição, e é o que se requer principalmente para obter a remissão dos pecados. As confissões mais longas não são as melhores, mas as em que há mais dor. O sinal de uma boa confissão, diz S. Gregório, não se acha no grande número de palavras do penitente, mas no arrependimento que demonstra.

- De resto, as religiosas que se confessam amiúde e tem horror até as culpas veniais, desfazem as dúvidas se tem ou não verdadeira contrição. Quereriam, cada vez que se confessam, ter lágrimas de enternecimento; e como apesar dos seus esforços e de toda a violência que fazem, não podem tê-las, estão sempre inquietas sobre suas confissões. É preciso que se persuadam que a verdadeira dor não está em senti-la mas em querê-la. Todo o mérito das virtudes está na vontade. É por isso que Gerson, falando da fé, assegura que aquele que quer crer, algumas vezes tem mais mérito do que aquele que crê.


3. É necessário enfim o bom propósito. O propósito exigido para a confissão, para ser bom, deve ser firme, universal e eficaz.Primeiramente, deve ser firme. Há alguns que dizem: eu não quereria cometer mais este pecado; eu não quereria mais ofender a Deus. - Mas ai! este eu quereria denota que o propósito não é firme. Para que o seja, é necessário dizer com vontade resoluta: Não quero mais ofender a Deus deliberadamente.Em segundo lugar, deve ser universal, isto é, deve o penitente propor-se a evitar todos os pecados sem exceção.


(DO FOLHETO: "EU, JOVEM, ME CONFESSO..." Frei Raul de L. Serta OCD)

sábado, 5 de fevereiro de 2011


Ganhei este troféu  da amiga Fernanda Rocha - blog  A BOA NOVA - http://boanovajesus.blogspot.com/
. Obrigada amiga pelo reconhecimento e carinho. Que Deus nos sustente nessa árdua missão de evangelizar e Maria Santíssima passe a frente de nossas vidas. Ao Senhor toda honra e toda glória. façamos tudo com Jesus e nada sem Maria. Agradeço a todos que visitam o nosso cantinho, que o Senhor os abençoe. A companhia de  vcs é muito preciosa pra mim! Beijos com carinho! Indicarei blogs amigos para ganharem o troféu.


Os vencedores poderão doar o Selo troféu Blog Cristão 2011 para outros 5 Blogs. Os Blogs que recebê-lo poderão repassar este Selo para outros 5 Blogs, e assim consecutivamente.

Selo Troféu Blog Cristão 2011. Muito mais que uma premiação, um reconhecimento na arte de construir um mundo mais humano.

Os vencedores estão autorizados a copiar o Selo e colarem em seu blog e partilhá-lo conforme as regras estabelecidas.

Eu repasso com muito carinho para os meus queridos amigos:
BLOG SANTA MÃE DE DEUS - Giovana Cunha
BLOG-PARNAÍBA- CATÓLICA - http://phbcatolica.blogspot.com/
BLOG - JBPSVERDADE - João Batista
BLOG A CATÓLICA - Ana Paula
BLOG ARTE DAS LETRAS - Suziley

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

EU NÃO MUDARIA NADA EM VOCÊ!


Vocês já perceberam que hoje em dia muitos casamentos, namoros, amizades, acabam devido à incapacidade de aceitar a outra pessoa como ela é? Um geralmente se relaciona com o outro achando que irá mudá-lo em algum aspecto. As coisas não funcionam assim. Cada um é cada um. Somos seres humanos, diferentes, Deus nos fez únicos,com peculiaridades únicas. Também somos únicos na maneira de ser e de enfrentar a vida.

Temos nossos defeitos e qualidades e queremos ser apenas aceitos e respeitados como somos. A tolerância e a compreensão devem estar presentes em qualquer relacionamento. Nunca devemos esquecer disso.Outra coisa que devemos ter em mente é o respeito, que em meu entendimento significa, aceitação, sem querer moldar os outros pelas nossas vontades, rever atitudes, valores reais. Penso em uma sociedade que não se constitui nos pilares do respeito,compreensão, amor, como seríamos capazes de viver ou melhor sobreviver??? Aceitar os  outros é também aceitar suas diferenças!

O respeito aos “outros” e as “coisas” desencadeia o respeito a nós mesmos, através da valorização de tudo que somos. É assim que se constitui o real significado da palavra respeito, se agirmos certo provavelmente não nos envergonharemos da nossa existência, nem das nossas relações de convivência. Penso que, aceitar os outros significa orienta-lo, torcer, rezar para que essa pessoa seja ainda melhor, tudo bem, na medida da tolerância, final devemos ser sal e luz, mas lembremos sempre, não podemos mudar as pessoas ao nosso modo.
Procure me amar quando eu menos merecer, é ai que mais preciso!
Creio que seja importante também nos amarmos e nos aceitarmos como somos, daí então entenderemos o que é aceitar o outro, sem querer modificá-lo. Até porque chegará em um dado momento em nossas vidas, que com certeza precisaremos da aceitação dos outros, então a reciprocidade do amor, respetio, aceitação e compreensão será bstante lembrada.
Que o Senhor nos ensine, pela sua Santa vontade e Espírito Santo a aceitar as pessaos do jeitinho que elas são, sem mudar em nada. Tenha um santo e abençoado dia! Joelma Benicio.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

O ATEU

Ao ouvir as palavras eloquentes de um pregador famoso, um ateu aproximou-se, arrogante, do religioso e observou-lhe:
- O sermão que o senhor acaba de proferir contém, a meu ver, argumentos que eu poderia rebater facilmente. Venho desafiá-lo, portanto, para uma discussão, em público, sobre os diversos pontos de doutrina e religião.

- Aceito o seu desafio - respondeu o pregador. - Imponho, porém, uma condição. Para assistir a essa discussão eu me comprometo a trazer cem pessoas de diferentes classes sociais que foram salvas do mau caminho (segundo poderão provar) e arrancadas do vício e do pecado pela fé cristã. O senhor será, também, obrigado a fazer-se acompanhar, não de cem, mas apenas de dez pessoas que pelos ensinamentos ateístas tenham sido afastados da vida pecaminosa e do crime.
  
O ateu não pode aceitar a condição imposta pelo adversário. Não lhe seria possível descobrir uma única pessoa que o ateísmo demolidor tivesse levado ao caminho do bem e da virtude.

Com efeito, a moral sem religião é incapaz de indicar ao homem o caminho do bem e da justiça; a moral sem Deus é moral falsa e ridícula. Tudo o que é perfeito e bom ditou-o a religião.


A religião é, também, um dever social. Para as sociedades como para os indivíduos, o cristianismo é a chave da felicidade, é a solução do problema da existência, é uma questão de vida ou de morte.

Para muitos, a religião não passa de atos culturais, igrejas, altares e velas; para outros, não excede o sentimentalismo de uma prece.


Ignoram, aqui, a existência da vida espiritual; conhecem-na, ali, mas tão superficialmente, que chegam a confundir o essencial com o acessório.

(“Lendas do Céu e da Terra” - Malba Tahan)
Texto gentilmente cedido pelo irmão Jorge - do Blog Almas Castelos - Muito grata amigo pela partilha, juntos somaremos na evangelização.

domingo, 30 de janeiro de 2011

AMOR CONJUGAL E FAMÍLIAS PARA DEUS


Amados leitores, convido-os a refletirmos sobre o amor conjugal, famílias que é a base para um mundo equilibrado.  O MATRIMÔNIO é ainda fonte estabilizadora das sociedades por ser a base para geração das FAMÍLIAS, na sua acepção fidedigna. É onde as VIRTUDES humanas são iniciadas e aprofundadas através dos exemplos. Se quisermos destruir um País é só acabar com as famílias.

O Casamento é, obviamente, uma das tendências mais naturais da natureza humana. Ora, se é assim, parece difícil imaginar que, em circunstâncias normais, seja natural que o casamento fracasse. Se tantos casamentos fracassam hoje em dia, talvez seja porque as circunstâncias que cercam o matrimônio já não são normais. Ao invés de o casamento estar fracassando para o homem, não será o homem que vem fracassando em relação ao casamento? Vamos refletir?"

Tanto o amor virginal como o amor conjugal que são, como diremos mais adiante, as duas formas pelas quais se realiza a vocação da pessoa ao amor, requerem para o seu desenvolvimento o empenho em viver a castidade, para cada um conforme ao próprio estado. A sexualidade — como diz o Catecismo da Igreja Católica — « tornasse pessoal e verdadeiramente humana quando integrada na relação de pessoa a pessoa, no dom mútuo, por inteiro e temporalmente ilimitado, do homem e da mulher ». É óbvio que o crescimento no amor, enquanto implica o dom sincero de si, é ajudado pela disciplina dos sentimentos, das paixões e dos afetos que nos faz chegar ao autodomínio. Ninguém pode dar aquilo que não possui: se a pessoa não é senhora de si — por meio da virtude e, concretamente, da castidade — falta-lhe aquele autodomínio que a torna capaz de se dar. A castidade é a energia espiritual que liberta o amor do egoísmo e da agressividade. Na medida em que, no ser humano, a castidade enfraquece, nessa mesma medida o seu amor se torna progressivamente egoísta, isto é, a satisfação de um desejo de prazer e já não dom de si.

A castidade como dom de si
A castidade é a afirmação cheia de alegria de quem sabe viver o dom de si, livre de toda a escravidão egoísta. Isto supõe que a pessoa tenha aprendido a reparar nos outros, a relacionar-se com eles respeitando a sua dignidade na diversidade. A pessoa casta não é centrada em si mesma, nem tem um relacionamento egoísta com as outras pessoas. A castidade torna harmônica a personalidade, fala amadurecer e enche-a de paz interior. Esta pureza de mente e de corpo ajuda a desenvolver o verdadeiro respeito de si mesmo e ao mesmo tempo torna-se capaz de respeitar os outros, porque faz ver neles pessoas dignas de veneração enquanto criadas à imagem de Deus e, pela graça, filhos de Deus, novas criaturas em Cristo que « vos chamou das trevas à sua luz admirável » (1 Ped 2, 9).

O domínio de si
« A castidade supõe uma aprendizagem do domínio de si, que é uma pedagogia da liberdade humana. A alternativa é clara: ou o homem comanda as suas paixões e alcança a paz, ou se deixa comandar por elas e tornasse infeliz ». Todas as pessoas sabem, até por experiência, que a castidade exige que se evitem certos pensamentos, palavras e ações pecaminosas, como S. Paulo teve o cuidado de esclarecer e recordar (cf. Rom 1, 18; 6, 1214; 1 Cor 6, 911; 2 Cor 7, 1; Gal 5, 1623; Ef 4,  724; 5, 313; Col 3, 58; 1 Tess 4, 118; 1 Tim 1, 811;4, 12). 

Por isso se requer uma capacidade e uma atitude de domínio de si que são sinal de liberdade interior, de responsabilidade para consigo mesmo e para com os outros e, ao mesmo tempo, testemunham uma consciência de fé; este domínio de si comporta tanto o evitar as ocasiões de provocação e de incentivo ao pecado, como o saber superar os impulsos instintivos da própria natureza.

Encontre um modo para que Jesus permaneça. Então reze, porque é pela vida da oração que Jesus permanece. Reze com a palavra de Deus. É pela oração que Jesus permanece em nosso lar. É uma grande tentação pensar eu não tenho tempo para rezar muito. O importante não é quantidade de tempo, mas sim a qualidade do seu momento com o Senhor. Encontre tempo para rezar com sua família.


JESUS, MARIA E JOSÉ, NOSSA FAMÍLIA VOSSA É.  ABENÇOA SENHOR AS FAMÍLIAS AMÉM, ABENÇOA SENHOR A MINHA TAMBÉM, AMÉM.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Santo Tomás D’Aquino

 

 Patrono dos Professores e Estudantes - 28 de janeiro
Doutor da Igreja, professor de teologia, filosofia e outras ciências nas principais universidades do mundo em seu tempo; frei caridoso, estudioso dos livros sagrados, sucessor na importância teórica de São Paulo e Santo Agostinho. Assim era Tomás d’Aquino, que não passou de um simples sacerdote. Muito se falou, se fala e se falará deste Santo, cuja obra perdura atualíssima ao longo dos séculos. São dezenas de escritos, poesias, cânticos e hinos até hoje lidos, recitados e cantados por cristãos de todo o mundo.
Tomás nasceu em 1225, no castelo de Roccasecca, na Campânia, da família feudal italiana dos condes de Aquino. Possuía laços de sangue com as famílias reais da Itália, França, Sicília e Alemanha, esta ligada à casa de Aragão. Ingressou no mosteiro beneditino de Montecassino aos cinco anos de idade, dando início aos estudos que não pararia nunca mais. Depois, freqüentou a Universidade de Nápoles, mas, quando decidiu entrar para a Ordem de São Domingos encontrou forte resistência da família. Seus irmãos chegaram a trancá-lo num castelo por um ano, para tentar mantê-lo afastado dos conventos, mas sua mãe acabou por libertá-lo e, finalmente, Tomás pôde se entregar à religião. Tinha então dezoito anos. Não sendo por acaso a sua escolha pela Ordem de São Domingos, que trabalha para unir Ciência e Fé em favor da Humanidade. Este sempre foi seu objetivo maior. Foi para Colônia e Paris estudar com o grande Santo e doutor da Igreja, Alberto Magno. Por sua mansidão e silêncio foi apelidado de “boi mudo”, por ser também, gordo, contemplativo e muito devoto. Depois se tornou conselheiro dos papas Urbano IV, Clemente IV e Gregório X, além do rei São Luiz da França. Também, lecionou em grandes universidades de Paris, Roma, Bologna e Nápoles e jamais se afastou da humildade de frei, da disciplina que cobrava tanto de si mesmo quanto dos outros e da caridade para com os pobres e doentes. Grande intelectual, vivia imerso nos estudos, chegando às vezes a perder a noção do tempo e do lugar onde estava. Sua norma de vida era: “oferecer aos outros os frutos da contemplação”. Sábios e políticos tentaram muitas vezes homenageá-lo com títulos, honras e dignidades, mas Tomás sempre recusou. Escrevia e publicava obras importantíssimas, frutos de seus estudos solitários desfrutados na humildade de sua cela, aliás seu local preferido. Seus escritos são um dos maiores monumentos de filosofia e teologia católica. Tomás D’Aquino morreu muito jovem, sem completar os quarenta e nove anos de idade, no mosteiro de Fossanova, a caminho do II Concílio de Lion, em 07 de março de 1274, para o qual fora convocado pelo papa Gregório X. Imediatamente colégios e universidades lhe prestaram as mais honrosas homenagens. Suas obras, a principal, mais estudada e conhecida, a “Summa Teológica”, foram a causa de sua canonização, em 1323. Disse sobre ele, nessa ocasião, o papa João XXII: “Ele fez tantos milagres, quantas proposições teológicas escreveu”. É padroeiro das escolas públicas, dos estudantes e professores. No dia 28 de janeiro de 1567, o papa São Pio V lhe deu o título de “doutor da Igreja”, e logo passou a ser chamado de “doutor angélico”, pelos clérigos. Em toda a sua obra filosófica e teológica tem primazia à inteligência, estudo e oração; sendo ainda a base dos estudos na maioria dos Seminários. Para isso contou, mais recentemente, com o impulso dado pelo incentivo do papa Leão XIII, que fez reflorescer os estudos tomistas. A sua festa litúrgica é celebrada no dia 28 de janeiro ou no dia 07 de março. Seus restos mortais estão em Tolouse, na França, mas a relíquia de seu braço direito, com o qual escrevia, se encontra em Roma.
Santo Tomás D’Aquino, rogai por nós!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

MODÉSTIA CRISTÃ

Quero refletir com vocês amados leitores, sobre a Modéstia Cristã, virtude que tem sido esquecida, ignorada,  até mesmo no seu significado  verdadeiro. Temos sido bombardeados pelas regras que ditam a moda mundana, nos fazendo meros brinquedos e escravos nas mãos do demônio. Creio que muitas mulheres nem sabem do  que se trata. Leia o artigo que entenderás. Boa leitura.

 A modéstia cristã é a virtude mais esquecida hoje. Além disso, ela é indispensável para a proteção da castidade. É inútil procurar restaurar a castidade nos indivíduos, nas famílias e na sociedade se a sua salvaguarda, a modéstia, é ignorada e atacada em tão larga escala como nos dias de hoje.
Certamente Maria, Nossa Rainha e Mãe, esmagará a cabeça da serpente mais insidiosa e venenosa, o Demônio da Impureza. Mas Deus quer que este triunfo se realize não pela indiferença e pela letargia, mas pela cooperação dos filhos de Maria marchando sob sua gloriosa bandeira.

A modéstia social exige adornos decentes na presença dos outros, e mesmo em casa; exige evitar toda familiaridade indevida, especialmente com pessoas do sexo oposto, olhares, palavras e gestos sugestivos, etc.; e, em geral, uma prudente reserva na aparência e no comportamento geral. Eis porque Deus deu à mulher um senso muito mais delicado de modéstia do que ao homem. Não somente para proteger sua própria integridade, mas também para proteger o homem contra a fúria de suas paixões. Quando a mulher é modesta, o homem será o único culpado se ele cair nas tentações da carne. Mas quando ela decide expor partes do corpo que deveriam estar cobertas se torna uma sedutora, partilhando assim a culpa do homem. De fato, os Teólogos ensinam que o pecado da sedutora é muito maior que o da pessoa seduzida. A modéstia não está diretamente relacionada com o tipo, estilo, ou corte do vestido, mas com a correta cobertura para o corpo. “Fora de moda” é uma palavra de ordem muito efetiva criada pelo Demônio da Impureza para tirar o juízo de muitos. O diabo odeia mulheres “discretas, modestas e excelentes”. Portanto, ele recorre à chavões e palavras de ordem, procurando levar as mulheres a aceitar roupas imorais por medo do ridículo.

Muitas Católicas têm um medo mórbido do ridículo, e permitirão que o diabo as conduza docilmente para escapar do ridículo.
Artigo cedido pela amiga Giovana do blog Santa Mãe de Deus. Obrigada amiga Deus lhe abençoe a Maria Santíssima esteja sempre a sua frente.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

NÃO OLHE PARA OS DEFEITOS E ERROS

O grande desafio para todos nós é ter um olhar voltado - não para as dificuldades que vivemos -mas para Jesus,  mas isso as vezes não nos acontece, então se torna o grande desafio, somos levados a olhar somente nossos erros e os erros dos outros, temos uma tendência em deixar prevalecer as dificuldades e os defeitos.Quando só olhamos para os nossos problemas, para aquilo que nos parece impossível  e nos centramos somente neles, nos abalamos e perdemos a esperança, sem deixar que Deus venha nos socorrer com sua providência. Precisamos, o tempo todo, que  o nosso olhar esteja  fixo em Nosso Senhor Jesus Cristo, porque somente Ele é capaz de nos auxiliar nesse turbilhão que entramos procurando soluções que nós mesmo, por nossas próprias forças não conseguiremos sair. Não é mais tempo de vivermos cabisbaixos, como pessoas derrotadas, sem acreditar que temos a força de Deus a nosso favor, também não podemos viver só olhando para irmão e apontando seus defeitos. O Senhor é a nossa força e o nosso sustento, não podemos viver sem referencial, sem confiar e sem deixar que seu olhar nos penetre e seu amor nos transforme.
“Sim, Ele é meu rochedo, minha salvação, minha cidadela; sou quase inabalável” (Sl 61,3).
O mundo  será outro se deixarmos o amor nos tocar, pois somente o amor nos transforma. Que o Senhor deposite em nós toda confiança, esperança e amor de que necessitamos para enfretarmos as durezas do dia-a-dia. Diga sempre - com Cristo serei uma nova criatura. Com as bênçãos de Cristo e o amor de Maria Santíssima. Fique na paz - Joelma Benicio.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

RADIOGRAFIA DOS NOSSOS PECADOS

Ontem, levei meu filho Gabriel (8 anos) ao ortopedista, o médico que examinando a radiografia de sua coluna, atestou um pequeno desvio, uma pequena escoliose no lado direito, mas nada muito grave, só precisamos corrigi-lo na postura, e como ele estar na fase de crescimento, a tendência é sua coluna voltar ao normal, essa seria a profilaxia no momento. Gabriel saiu da clínica morto de feliz, pois estava com medo de usar aqueles aparelhos ortopédicos.Ufa que alívio! Após tudo isso, me pus a pensar, como sempre estou a pensar, e procurando uma lição em tudo o que acontece. Seria bom se tivéssemos uma radiografia dos nossos pecados, veríamos com clareza onde precisamos de curas, de concertos, de mudanças, de colocar algo que saiu do lugar, ou veríamos nossos acertos e qualidades, afinal de contas não somos só pecado. Mas pelo raio X teríamos uma noção dos nossos atos e nos ajudaria e sermos difrentes a tormarmos medidas que nos fiséssemos melhores do que somos. E por falar nisso, o que temos feito para sermos melhores como filhos de Deus, como pessoas que neste mundo tem uma missão? Você tem sido transparente,  tem olhado para dentro de si e deixado Deus revelar o que precisa ser mudado ou tem se fechado apenas nas suas vontades e com isso acha que tá tudo bem, (eu sou assim mesmo não preciso mudar). Muitas vezes caimos na malha fria do comodismo e achamos que já fizemos tudo, que não precisamos de mudanças, de acertos, que aquela escoliose não é comigo, ops...tomemos  cuidado, pois somos pecadores e necessitamos da humildade para reconhecermos que precisamos todos os dias de medidas profiláticas para sermos melhores e  imitadores de Cristo em tudo.  Quando deixamos Cristo nos examinar, no deparamos com "coisinhas" que estavam no fundinho recolhidas que nem nós mesmos sabíamos que tínhamos. Algumas, só com um pequeno esforço nosso(de boa vontade) são sanadas, outras precisam de uma série de intervensões para nos curarmos (tais, como uma boa confissão, orações). Então o apelo pra hoje é deixarmos Cristo revelar em nós o que precisa ser mudado, não tenha medo, Deus é misericordioso e nos cura com amor, sempre,  e você verá que nem era como imaginava, ufa que alívio!!! Com as bênçãos de Jesus e Maria Santíssima. Fique na paz. Joelma Benicio.
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