domingo, 2 de dezembro de 2012

VEM SENHOR JESUS

 
 

O Advento marca o início do novo ano litúrgico na Igreja. Deste modo passamos do ciclo ‘C’ para o ciclo ‘A’. Na história da formação do Ano Litúrgico este período foi o último a ser formado.

Duas partes formam o Advento:
A primeira
inicia-se com as vésperas do I domingo estendendo-se até o dia 16 de dezembro. É o memorial “da volta gloriosa de Cristo como juiz no fim dos tempos” ; a segunda parte compreende os dias entre 17 e 24 de dezembro e estes estão orientados à preparação do Natal do Senhor.

Na liturgia eucarística o Advento é qualificado ao máximo nas orações eucológicas (oração da coleta, sobre as oferendas e após a Comunhão), nos prefácios e na liturgia das horas, na qual vem expressa sinteticamente nos hinos e Salmos.

Além de ser um tempo forte de preparação para a vinda do Senhor, escatológica e na encarnação, o Advento aponta para a missionaridade da Igreja que é chamada, a todo tempo, a anunciar a vinda do Reino de Deus, que nas palavras do Papa Bento XVI em seu livro Jesus de Nazaré , retomando a compreensão de Orígenes, é o próprio Cristo o Reino de Deus.

Celebramos no Advento o “já” e o “ainda não” da Salvação. Contemplamos o Cristo que já se fez carne no meio de nós e o esperamo-lo em sua segunda vinda gloriosa e definitiva. Por isso a vivência destas semanas deve ser marcada por uma jubilosa expectativa, vigilância pela oração, esperança e conversão.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

SILENCIAR É PRECISO!




Mergulhar na solidão da alma, buscar o eu, buscar a Deus, calar a voz, falar ao coração que inquieto escuta o barulho que não cala. Silenciar, eu preciso, eu tento,eu posso. Há tantas falas, meus Deus quer falar comigo, não ouço sua voz, cala Senhor meu barulho vazio, não me deixes ir para longe do Teu silêncio que cura, que acalma, fala Senhor, preciso ouvir Tua voz, preciso e quero estar na Tua alma a te ouvir. Ah Senhor ensina-me a só Ti ouvir e deixar os murmúrios gritantes da vida. Como Maria, mãe do silencio sábio, que tudo suportou na voz calada e santa. Já não ouço Tua voz, meu coração é som que retine e fadiga. Misericórdia dessa alma que busca o Teu falar...silenciar é preciso.

 By Joelma Benicio

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

DEIXAR-SE PODAR!

Olá queridos do Pai, estava com saudades, desculpa a falta de postagem é que passei o mês de novembro sem PC, sempre que isso acontece sinto um vazio enorme, pois fico sem comunicação, sem falar daquilo que Deus plantou em meu coração, sem evangelizar pelo blog. Nosso coração sempre inquieta se estamos fora do nosso percurso natural, mas tudo foi resolvido, graças a Deus, teve um custo alto, mas o Senhor providenciou o necessário e agora estou de volta. Que Deus nos abençoe e derrame graças especiais em sua vida e providencie o que lhe falta. Espero que gostem da postagem que escolhi para esse post. Ela nos fala que precisamos estar conectada ao Senhor para que Ele nos molde conforme sua santa vontade. Boa leitura!



Nosso Pai celestial, o Mestre Jardineiro, é um podador experiente. Ele sabe quando cortar, onde cortar e quanto cortar para produzir o melhor em nossa vida. É comum pedirmos que Ele nos abençoe e torne nossa vida mais frutífera — nossa família, nossos negócios, nossas finanças. Mas raramente gostamos do processo de poda pelo qual devemos passar para que nossas orações sejam respondidas. Deus poda áreas de nossa vida de modo que possamos dar mais e melhores frutos. 



O processo de poda é sempre doloroso, mas também produtivo. Você tem um Pai celestial que sabe o que está fazendo. Ele é um especialista. Ele o está podando neste exato momento para que você dê mais frutos. O desejo de Deus é de que você cumpra o propósito final para o qual Ele o criou: ser o mais frutífero possível. 

Tudo o que você tem a fazer, seu único papel, é ser ramo e estar conectado à videira. Se estivermos conectados a ela, seremos espiritualmente saudáveis e ficaremos cheios de sua energia. Confiar em Deus reduzirá o estresse e permitirá que tenhamos a liberdade de nos envolver plenamente com a vida. Quando nos esquecemos disso e começamos a pensar que somos videira em vez de ramo, ficamos estressados porque não fomos criados para esse papel



Um abraço carinhoso em todos e fiquemos com Deus e Maria.

SHOOK, Kerry e Chris. Um Mês para Viver. São Paulo: Mundo cristão, 2008.



terça-feira, 2 de outubro de 2012

QUERO ABRIR MEU CORAÇÃO, SER LIVRE!




 Irmãos,  a paz do Senhor,

Vejam só, Deus nos fala nas coisas simples, Deus quer fala conosco...Encontrei essa imagem e logo fui tocada por um imenso pensamento...
 As vezes nosso coração se fecha, nossas mãos murcham, cansam de lutar, buscam o vazio, sem horizontes, perguntas sem respostas, as vezes nem queremos encontrar essas respostas, vazio sem sentido, nos deixamos que tome proporções esmagadoras, apatia espiritual, devaneios soltos, carências sem causas. 

Abre-nos Senhor as comportas do céu, derrama sobre nós a graça necessária para que nossas janelas sejam abertas e floridas, capazes de enxergar Tua graça que é eterna e que jamais se fecha. As vezes precisamos de olhar bem além e exergarmos que nada some se eu não me isolar. Como precisamos buscar as coisas do alto, só Deus nos preenche, abre nossos corações fechados e feridos, cura-nos, barreiras caem por terra e todo fechamento se trasnforma em um grande respirar de liberdade. Tu és magnifíco Senhor, Santo, maravilhoso e digno de adoração e louvor. Transforma nossos corações e faz-nos livres,  creio em Ti. Amém!

Com minhas orações Joelma Benicio.



segunda-feira, 24 de setembro de 2012

DESAPEGUE-SE



 Olá amigos, em minhas lidas...encontrei esse texto na revista construir, muito interessante, pois fala dos nossos apegos, é um texto simples e nos convida a nos despojarmos de nossas "coisinhas", que muitas vezes nos deixam vazios. Leiam e que Deus nos dê a graça do desapego e de tudo aquilo que nos deixa longe Dele.





Certo dia, enquanto brincava com um vaso muito valioso, um garotinho colocou a mão dentro dele e não conseguiu tirá-la. Seu pai tentou ajudá-lo, mas não obteve êxito. Eles já estavam pensando em quebrar o vaso quando o pai disse:

— Vamos, meu filho, faça mais uma tentativa. Abra a mão, estique os dedos da maneira como estou fazendo e puxe-a com força.


Para sua surpresa, o garotinho disse:


— Não posso, papai. Se eu esticar os dedos, minha moeda vai cair dentro do vaso.


Sorria se você quiser... Quase todos nós somos iguais a esse garotinho: tão apegados às pequenas coisas do mundo que não podemos aceitar a libertação. Peço que você solte aquela pequena moeda que está dentro de seu coração. Renda-se! Solte-a e permita que Deus conduza sua vida.


texto retirado da revista Construir.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Como escolher um bom candidato?

Não podemos ser cristãos apenas de bons sentimentos.

Estamos num momento significativo na história da sociedade. Teremos de votar novamente, colocando em prática nosso direito de cidadãos brasileiros. Com isto, vamos escolher todos os nossos próximos representantes no poder executivo e legislativo dos diversos municípios. Cada eleito vai agir como nosso porta-voz e em nome do povo de seu município.

É hora de pensar em duas palavras decisivas: fé e fidelidade. Isto significa autenticidade, fato que não tem sido levado em conta em nosso país. Muitos políticos não são tementes a Deus, mas infiéis, carreiristas e não se colocam a serviço do bem comum. O povo sofre com isto e acaba assistindo às atitudes de desonestidade. O poder, verdadeiramente constituído, vem de Deus, mas isto passa pela ação livre dos eleitores. Significa que a autoridade escolhida não tem real poder se foi eleita por quem não tenha agido, na hora de votar, com plena liberdade. Comprar e vender o voto não significa liberdade plena, não é ato totalmente divino e não é voto com nobreza e consciência madura.
É cômodo ser passivo, porque agir supõe coragem e enfrentamento. Não podemos ser cristãos apenas de bons sentimentos e intenções, porque a fé exige fidelidade e compromisso bem definidos, principalmente nos momentos decisivos da sociedade. Não basta confessar a fé, como o fez Pedro diante de Cristo. Temos de enfrentar as diversidades e maldades que impedem a realização do bem. É um caminho de cruz, de maturidade e coragem.
Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba - MG
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